Seis opções de países para melhorar o seu inglês e ainda trabalhar durante os estudos



Diversos fatores interferem na hora de escolher o seu destino ideal para o intercâmbio. Para alguns pode ser o clima, outros optam por uma localidade mais agitada, mas é quase unânime o interesse em trabalhar no país escolhido. Seja para se manter, pagando contas como aluguel e transporte, para conhecer gente nova e praticar o inglês quase 24 horas por dia ou, até mesmo, para ter uma experiência para colocar no currículo.


Trabalhar ajuda na socialização do intercambista, além de ampliar o leque de possibilidades, contatos e histórias. Um emprego no país traz mais confiança para o aluno e ajuda no desenvolvimento do idioma. No blog de hoje vamos listar os países onde os alunos da NCI Intercâmbio podem ter esta experiência tão enriquecedora.




África do Sul

A belíssima África do Sul é um dos países que possibilita os alunos a estudarem e trabalharem ao mesmo tempo. O programa sul africano é um dos mais interessantes, já que os intercambistas podem trabalhar apenas como voluntários. Diversas escolas oferecem o “combo” estudos + trabalhador voluntário. Os programas se estendem de duas semanas até seis meses.


As posições oferecidas, normalmente, estão nas áreas de Assistência Social, Animais Selvagens, Educação e Esportes. O voluntário deve ter, no mínimo, inglês intermediário para aplicar para as posições. Como a África do Sul ainda é um país que sofre com a desigualdade social, o auxílio do voluntário tem um grande impacto na vida dos moradores locais mais carentes.


Não são apenas os beneficiados pelo trabalho voluntário que ganham, para o estudante, além do desenvolvimento do idioma, é possível voltar para casa com a sensação de dever cumprido e o orgulho de deixar um pouquinho de si em um lugar tão especial. Parece uma troca justa, você não acha?



Austrália

Já na Austrália, o aluno pode trabalhar para se manter. O emprego serve de ajuda para complementar os valores do aluguel, transporte e alimentação, além daquelas pequenas viagens que todo intercambista adora fazer.


O programa de trabalho australiano permite que o estudante tenha um emprego de até 20 horas semanais e o salário mínimo do país é calculado por hora. Em 2019, o valor da hora está em 18,93 dólares australianos. Um bom valor para começar, você concorda?


Para conseguir uma das posições é preciso que o interessado faça um curso de mais de quatro meses no país. Vale reforçar, mais uma vez, que o emprego deve ser conciliado com os estudos; caso o estudante não vá mais as aulas, ele corre o risco de ser solicitado, educadamente, para se retirar do país.







Dubai

A extravagante Dubai, no Emirados Árabes, aparece pela primeira vez no blog, e já temos coisas ótimas para falar do país. Afinal, o intercâmbio não precisa ser tão longo para o brasileiro conseguir um visto de trabalho. Alunos matriculados em cursos de inglês com permanência de três meses podem trabalhar no luxuoso local.


Com a economia aquecida, uma riqueza quase infinita de petróleo e muitos lugares imperdíveis de se conhecer, Dubai não limita as horas dos estudantes, porém é necessário que ele continue estudando pelo menos 15 horas por semana. Outra coisa legal de saber é que o país paga em dólares americanos, é o valor das horas dos estudantes variam de 15 até 30 dólares.


Para conseguir o visto de estudos e trabalho, o processo deve ser feito no Brasil, assim o intercambista já desembarca no país árabe com toda a documentação correta. Conforme o nível de inglês do aluno evolui, as chances de melhores posições também crescem, por isso vale super a pena se esforçar bastante na escola.




Irlanda

Saindo do hemisfério sul e embarcando para a Europa, a Irlanda tem um programa de trabalho e estudos parecidíssimo com o da Austrália. Algumas diferenças se dão pelo tempo de estudos solicitados pela Ilha Esmeralda, que é o programa de oito meses de intercâmbio, sendo seis meses de aula de inglês e dois de férias, período em que o estudante pode ficar no país trabalhando ou ir viajar.


Os trabalhos oferecidos para os estudantes na Irlanda também são conhecidos como part-time, sendo 20 horas por semana, (metade do tempo que um trabalhador full-time faz por semana), durante os meses de aula e com a possibilidade de trabalhar 40 horas nos dois meses de férias. O salário mínimo assim como na Austrália é pago por hora e é 9,80 euros.


A Irlanda é super receptiva com os estudantes/trabalhadores. Os empregadores são corretos e, em grande parte, nunca pedem aos estudantes que faltem às aulas para ir trabalhar, até porque se o intercambista não estudar, a empresa também sai prejudicada, de acordo com as leis irlandesas.


O visto de estudos e trabalho da Irlanda pode ser renovado até duas vezes pelos interessados, dando ao estudante o período total de dois anos morando, estudando e trabalhando no país. Com este tempo todo, imerso na cultura irlandesa, dá para voltar para casa com o inglês na ponta da língua e um monte de experiências super bacanas.



Malta

O programa de trabalho e estudos de Malta é razoavelmente novo, porém muito bem estruturado. Com a ilha crescendo e a economia em alta, o local começa a demandar cada vez mais trabalhadores, o que é uma ótima oportunidade para os intercambistas que querem uma posição no mercado.


Para trabalhar em Malta, o aluno deve estar, claro, matriculado regularmente em um curso de inglês, com duração mínima de 90 dias. Já no país, o estudante deve dar entrada no pedido de visto de trabalho e a concessão pode demorar até um mês. O aluno só pode dar entrada no pedido, após duas semanas de estadia em Malta, por isso vale ressaltar que o estudante deve levar uma quantidade de dinheiro que possa mantê-lo de forma tranquila durante o período.


Em hipótese alguma, o aluno deve começar a trabalhar sem a documentação correta. Assim, como a maior parte dos outros países, o estudante pode trabalhar até 20 horas semanais. Quando a documentação chegar, ele pode procurar uma oferta de trabalho que se encaixe com o seu perfil.



Nova Zelândia

Um país vizinho da Austrália também oferece a oportunidade de trabalho aos estudantes. Estamos falando da Nova Zelândia, um dos países mais amigáveis e seguros do mundo. Todo estudante matriculado em uma escola de inglês, com cursos de duração equivalente ou maior de 14 semanas, pode trabalhar legalmente no país, porém é mais comum para os alunos de cursos com duração maior de 20 semanas aproveitarem a oportunidade.


Durante o período de aulas, o estudante pode trabalhar 20 horas semanais. Ao término do curso, a imigração neozelandesa pode conceder uma extensão de visto de até quatro semanas de férias (este período não é obrigatório, pode ser ou não concedido). Caso o estudante consiga esse tempinho extra no país não será permitido trabalhar.


Todo o pedido de visto de estudante é feito de forma online, por isso, ao chegar no país, o estudante já terá a permissão de trabalho, aí é só começar a procurar uma posição que te agrade. Normalmente as vagas para iniciantes são mais amplas nos setores de serviço.


Gostou das dicas? Ficou ainda mais empolgado em fazer um intercâmbio sabendo de todas estas possibilidades? Não fique de fora, todos os países aqui listados são oferecidos como destino pela NCI Intercâmbio. Entre em contato e descubra um pouco mais de cada um deles antes de tomar a sua decisão definitiva! Talvez a carreira dos sonhos esteja esperando você do outro lado do mundo.

Por Joyce Silva

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